Stake no Brasil: licença, cripto e cashback VIP

01/10/2026

Publicidade

Sobre a Stake

A Stake opera desde 2017, operadora Medium Rare N.V. (Curaçao). O catálogo reúne mais de 6000 jogos de 260+ provedores — um dos maiores entre todas as operadoras mencionadas neste ranking.

Posicionamento cripto — diferença da maioria das operadoras do ranking

Diferente das outras casas deste ranking, onde depósito e saque passam só pelo Pix, a Stake aceita criptomoeda como principal método de pagamento — Bitcoin, Ethereum, USDT e outras. Isso torna a plataforma bem mais ampla em métodos de pagamento para quem já usa criptomoeda ou prefere não vincular os pagamentos à conta bancária. O Pix também está disponível, mas passa por um parceiro de pagamento terceirizado, a MoonPay, e não diretamente — um passo a mais em comparação com as operadoras licenciadas no Brasil.

Cashback VIP em vez de bônus pontual

A Stake tem 16 níveis VIP — de Bronze até o Obsidian, acessível só por convite —, com a progressão baseada no volume acumulado de apostas. O cashback é pago já a partir do primeiro nível (desde 3,5% sobre a margem da casa em cada jogo, independentemente do resultado) e cresce conforme o nível, somado a bônus semanais e mensais de reload. Diferente do bônus de boas-vindas, que é usado uma única vez, o cashback é pago continuamente em qualquer jogo — esse é o programa de fidelidade mais relevante entre as operadoras do ranking.

Embaixadores mundiais e patrocínios

A Stake é uma das marcas internacionais mais visíveis do iGaming: parceira oficial de apostas da UFC desde 2022, patrocinadora dos clubes de futebol Everton e Watford (nas camisas), e já foi patrocinadora titular de uma equipe de Fórmula 1 (Alfa Romeo, depois Sauber). O músico canadense Drake divulga a plataforma nas redes sociais por um contrato de longo prazo. Essas parcerias mostram o porte da marca fora do Brasil, mas não garantem a qualidade do produto por si só nem substituem a checagem da licença.

Como funciona o bônus de boas-vindas

O bônus de boas-vindas da Stake é de 200% no primeiro depósito, com teto anunciado de cerca de R$10.800 (equivalente a US$2000), com rollover de 40x sobre o valor do depósito mais o bônus. Esse formato é bem mais agressivo do que qualquer operadora licenciada no Brasil pode oferecer legalmente hoje — a proibição de bônus de cadastro e depósito pela lei 14.790/2023 vale justamente para operadoras autorizadas pela SPA/MF, não para plataformas offshore como a Stake. Uma análise de como essa proibição funciona e o que os cassinos licenciados podem oferecer no lugar está no artigo sobre tipos de bônus para novos jogadores.

Conclusão

A Stake reúne o que a maioria das operadoras do ranking não tem: catálogo de 6000+ jogos, aceitação de criptomoeda como principal método de pagamento, cashback VIP contínuo e embaixadores mundiais do porte de Drake e UFC. Tudo isso deve ser avaliado junto com o status da licença — a plataforma opera com licença offshore de Curaçao, não com autorização brasileira da SPA/MF, e esse é o único ponto que a diferencia das concorrentes licenciadas para pior. A ficha completa, com nota e bônus atualizado, está na página da Stake.

Perguntas frequentes

A Stake tem licença no Brasil?
Não há autorização federal da SPA/MF. A Stake opera com licença internacional de Curaçao (operadora Medium Rare N.V.), que não é uma autorização brasileira.
Dá para pagar com criptomoeda na Stake?
Sim, é o principal método de pagamento — Bitcoin, Ethereum, USDT e outras criptomoedas. O Pix também está disponível, mas via um parceiro terceirizado, a MoonPay, e não diretamente como nas operadoras licenciadas do ranking.
Como funciona o programa VIP da Stake?
16 níveis, de Bronze a Obsidian, com base no volume acumulado de apostas. O cashback é pago a partir do primeiro nível — desde 3,5% sobre a margem da casa em cada jogo, independentemente do resultado — e cresce junto com o nível.
Quem divulga a Stake e por que isso importa?
Parceira oficial de apostas da UFC, patrocinadora do Everton e do Watford, e já patrocinou uma equipe de Fórmula 1. O músico canadense Drake divulga a plataforma por um contrato de longo prazo. Isso mostra o porte da marca, mas não substitui a checagem da licença.
Publicidade